2017 foi um ano onde fomos testados, mais de uma vez. Muitos de nós (ou todos nós?) fomos postos à prova em relação a nossos valores e escolhas de vida.

Foi, também, ano de perceber de uma vez por todas que a economia mudou e que você perde um cliente por não ser empático. Que sempre haverá alguém prestando um serviço melhor ou mais barato, mas que se você colocar amor é toda sua alma, seu trabalho tem grandes chances de ser único.

Que empoderamento pode e deve ser a palavra da vez, mas não precisa sinônimo de enlouquecimento, pelo menos às vezes. Que vale a pena ser ético e que a força máxima vem mesmo da fragilidade máxima (filosofia do Tao).

Ser frágil não significa ser submisso ou bobo, assim como ser “forte” não significa que você ganhará todas as suas batalhas. Ser frágil significa entender o rumo das coisas, ser respeitoso em relação aos imprevistos da vida, ser sensível aos outros. Precisamos de mais gentileza, precisamos de sensibilidade, fragilidade e amor. O ano de 2018 vem com mais esperança do que nunca, mas nós escolhemos como ele será. Vamos juntos?
Lisi Szeckir